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workshop on line sobre Alzheimer e Parkinson

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Estarei agendando a continuidade do de Alzheimer:

O sofrimento do cuidador, da família e o lenitivo das essências florais.

 

 

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A Inteligência emocional e a comprensão das emoções para o autoconhecimento e sucesso pessoal!

por Rosangela V.Bittar
a emocaoA inteligência emocional está relacionada a habilidades segundo Daniel Goleman.Pessoas com qualidades em relacionar-se com o outro como afabilidade, compreensão, gentileza tem mais chances de alcançar o sucesso.

O conceito de inteligência emocional relaciona-se com certas habilidades como  a Inteligência Intrapessoal que é a habilidade voltada para si mesmo que envolve autoconhecimento emocional,controle emocional, auto-motivação e a Inteligência Interpessoal que é aquela habilidade de entender outras pessoas motivar trabalho cooperativo através do reconhecimento das próprias emoções e habilidade nos relacionamentos interpessoais.

O psicólogo Howard Gardner da Universidade de Harvard, propõe uma visão pluralista da mente ampliando o conceito de inteligência, subdividindo em sete competências que se interpenetram e integram para a solução de problemas.Estas competências na visão de Gardner na verdade são nove competências ou inteligências.

Inteligência verbal ou linguistica: habilidade de lidar criativamente com as palavras.

Inteligência lógico-matemática: capacidade para solucionar problemas envolvendo elementos matemáticos e raciocínio dedutivo.

Inteliggência cinestésica corporal: capacidade de usar o próprio corpo de diferentes formas.

Inteligência espacial: noção de tempo e espaço.

Inteligência interpessoal: capacidade de compreender os outros, de aceitar e conviver.Inteligência musical: capacidade d organizar os sons de forma criativa.Inteligência intrapessoal: capacidade de autoconhecimento, administrar os sentimentos e emoções a favor de seus projetos e auto-estima.

Inteligência pictográfica: habilidade de transmitir uma mensagem através do desenho.Inteligência naturalista: capacidade de sentir-se integrado a natureza.

A importância das Emoções

Nossas emoções foram desenvolvidas durante s milhares de anos de evolução da humanidade e serve como um sofisticado e delicado sistema interno de orientaçãoque alerta sobre nossas necessidades individuais que podem ser de de afeto, aceitação, encorajamento, limites,etc. úteis para a sobrevivência.

Também, as emoções, são balizadores, fonte de informação sutil para tomada de decisão as emoções afetam nossas escolhas.

Quando o comportamento de alguém nos afeta ou atinge de alguma forma, as emoções sinalizam e indicam que precisamos nos proteger, havendo assim, ajuste dos limites saudáveis.

As emoções nos ajudam na comunicação com pessoas, através do olhar, expressões faciais e verbalmente. Também a desenvolver a capacidade de escuta e entendimento dos problemas alheios, assim ampliando nosso universo pessoal.

As emoções são universais, unem pessoas em vários momentos da vida em torno de fatos que acontecem no desenrolar da existência humana (nascimento, casamento,luto, causas sociais, são alguns exemplos).

Trabalhar o emocional nos torna mais inteligentes, conectados e prósperosnos entendendo, entendemos a dor do outro, procurando sermos melhores melhoramos a humanidade.

As essências florais podem auxiliar nesse caminhar, que tal experienciaratravés do autoconhecimento.

Aceite este convite! Abraços de luz e paz a todos!

Rosangela Vecchi Bittar

Terapeuta Especialista pela Universidade Federal de Pernambuco

Professora, Escritora ebook: Uso Prático da Terapia Floral na Obesidade

livros publicados:

OS BENEFÍCIOS DAS ESSÊNCIAS FLORAIS DE BACH NO ALZHEIMER – 2011

USO PRÁTICO DA TERAPIA FLORAL  NA OBESIDADE – 2012

AROMATERAPIA NA VIDA DIÁRIA 2013

MANUAL DAS ESSÊNCIAS FLORAIS DO SISTEMA SAINT GERMAIN NO ALZHEIMER –  2014

A TERAPIA FLORAL NA ONCOLOGIA – 2014.

PRÓXIMO LIVRO EM ANDAMENTO! TEMA FIBROMIALGIA

Professora, Pesquisadora com Terapia Floral – Mestre em Reiki

Aromaterapeuta – Cromoterapeuta – Koreo acupuntura

site: http://pensandonatural.com.br/

blogs: http://terapiafloralqualidadedevida.blogspot.com.br/

Coordenadora de Práticas Integrativas e Complementares da

Associação Brasileira de Alzheimer ABRAz– Regional Pernambuco.(2008 até 2016)

consultas via skype: rosangelaflorais – marcação por email: rosangelaflorais@gmail.com

Cursos e Palestras – programação: http://pensandonatural.com.br/eventos/

pagto dos cursos: http://pensandonatural.com.br/categoria-produto/cursos/

Consultas presenciais em Boa Viagem

Rua Padre Bernardino Pessoa, 633 prox. Ao colégio Sta Maria Recife – PE

marcação: (81)98843-0584

whatsapp (81)98843-0584

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Parte Entrevista sobre nosso Cérebro DR.Paulo Niemeyer Revista Poder

Repassando e adorando a ótica deste ilustre e experiente médico.

Por dentro do cérebro – Dr Paulo Niemeyer Filho / Neurocirurgião Parte da entrevista da revista PODER, ao neurocirurgião Paulo Niemeyer Filho, abaixo, quando lhe foi perguntado:

REVISTA PODER:O que fazer para melhorar o cérebro ?
Resposta: Vc. tem de tratar do espírito. Precisa estar feliz, de bem com a vida, fazer exercício. Se está deprimido, reclamando de tudo, com a autoestima baixa, a primeira coisa que acontece é a memória ir embora; 90% das queixas de falta de memória são por depressão, desencanto, desestímulo. Para o cérebro funcionar melhor, você tem de ter alegria. Acordar de manhã e ter desejo de fazer alguma coisa, ter prazer no que está fazendo e ter a autoestima no ponto.

REVISTA PODER: Cabeça tem a ver com alma?
PN: Eu acredito que a alma está na cabeça. Quando um doente está com morte cerebral, você tem a impressão de que ele já está sem alma… Isso não dá para explicar, o coração está batendo, mas ele não está mais vivo. Isto comprova que os sentimentos se originam no cérebro e não no coração.

REVISTA PODER: O que se pode fazer para se prevenir de doenças neurológicas?
PN: Todo adulto deve incluir no check-up uma investigação cerebral. Vou dar um exemplo: os aneurismas cerebrais têm uma mortalidade de 50% quando rompem, não importa o tratamento. Dos 50% que não morrem, 30% vão ter uma sequela grave: ficar sem falar ou ter uma paralisia. Só 20% ficam bem. Agora, se você encontra o aneurisma num checkup, antes dele sangrar, tem o risco do tratamento, que é de 2%, 3%. É uma doença muito grave, que pode ser prevenida com um check-up.

REVISTA PODER: Você acha que a vida moderna atrapalha?
PN: Não, eu acho a vida moderna uma maravilha. A vida na Idade Média era um horror. As pessoas morriam de doenças que hoje são banais de ser tratadas. O sofrimento era muito maior. As pessoas morriam em casa com dor. Hoje existem remédios fortíssimos, ninguém mais tem dor.

REVISTA PODER: Existe algum inimigo do bom funcionamento do cérebro?
PN: Todo exagero. Na bebida, nas drogas, na comida, no mau humor, nas reclamações da vida, nos sonhos, na arrogância,etc. O cérebro tem de ser bem tratado como o corpo. Uma coisa depende da outra. É muito difícil um cérebro muito bom num corpo muito maltratado, e vice-versa.

REVISTA PODER: Qual a evolução que você imagina para a neurocirurgia?
PN: Até agora a gente trata das deformidades que a doença causa, mas acho que vamos entrar numa fase de reparação do funcionamento cerebral, cirurgia genética, que serão cirurgias com introdução de cateter, colocação de partículas de nanotecnologia, em que você vai entrar na célula, com partículas que carregam dentro delas um remédio que vai matar aquela célula doente que te faz infeliz. Daqui a 50 anos ninguém mais vai precisar abrir a cabeça.

REVISTA PODER: Você acha que nós somos a última geração que vai envelhecer?
PN: Acho que vamos morrer igual, mas vamos envelhecer menos. As pessoas irão bem até morrer. É isso que a gente espera. Ninguém quer a decadência da velhice. Se você puder ir bem mentalmente ,com saúde, e bom aspecto, até o dia da morte, será uma maravilha.

REVISTA PODER: Hoje a gente lida com o tempo de uma forma completamente diferente. Você acha que isso muda o funcionamento cerebral das pessoas?
PN: O cérebro vai se adaptando aos estímulos que recebe, e às necessidades. Você vê pais reclamando que os filhos não saem da internet, mas eles têm de fazer isso porque o cérebro hoje vai funcionar nessa rapidez. Ele tem de entrar nesse clique, porque senão vai ficar para trás. Isso faz parte do mundo em que a gente vive e o cérebro vai correndo atrás, se adaptando.

REVISTA PODER: Você acredita em Deus?
PN: Geralmente depois de dez horas de cirurgia, aquele estresse, aquela adrenalina toda, quando acabamos de operar, vai até a família e diz:
“Ele está salvo”.

Aí, a família olha pra você e diz:
“Graças a Deus!”.
Então, a gente acredita que não fomos apenas nós, que existe algo mais independente de religião.

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